Desabafo, Mistureba e Falta de Criatividade. uma grande bagunça em formato de texto, mas uma bagunça especial.

Oi! Faz um tempo que eu não apareço por aqui, né? Acho que fui pega pela famosa falta de criatividade.

Lembro que ouvi à um episódio do podcast do Lucas Silveira (Fresno), Matéria Escura, e o cantor falou sobre como não podemos esperar uma grande inspiração para produzir algo, pois arte é hábito e estudo, e que no final, somos grandes nerds da música.

Eu não escrevo sobre música por obrigação. Eu escrevo porque amo. Escrevo porque ela faz parte de um pedaço enorme da minha vida. Como então, podeira estar sem criatividade?

Ao mesmo tempo, à alguns meses, Kevin Parker do Tame Impala declarou que estava se sentindo muito bem ultimamente, e por isso a produção do novo álbum da banda atrasou. Ele não tem vontade de escrever quando está feliz.

Eu entendo ele.

De toda forma, a música está aqui comigo, todos os dias, e são os pequenos detalhes da sua presença que me fazem querer falar sobre ela. Por isso, segue um mix de músicas, momentos e sentimentos que me marcaram nesse último mês.

Momentos

Esse cabeludo da direita é o Leonardo Xavier. Ele é meu melhor amigo, ladrão das minhas roupas (e esmaltes como podemos ver na imagem), e a pessoa que me leva para os lugares mais legais desse mundão.

Ele também é baixista da Desert Dance, onde toca com o outro Leonardo (sim, outro Léo cabeludo) e o Gustavo (vermelho), também na foto.

Ouçam a banda dos meus amigos, inclusive!

Dia 18 de Julho eles participaram do programa Autoral Brasil na Kiss FM, debatendo com o Subprefeito da Sé sobre a ocupação de espaços públicos, como a Paulista para shows. E é claro que, eu mascote do baixista, fui junto.

O ponto aqui é: conheci a Kiss, conheci pessoas incríveis e tirei uma foto da famosa “Pink Floyd The Wall”. A gente não tem uma oportunidade dessas todos os dias né?

Em um mundo de streaming, não podemos deixar de valorizar as rádios que, além de perpetuar músicas, compartilham muita informação bacana sobre esse universo.

Ressignificações

Meu pai foi o responsável por me apresentar grande parte das bandas brasileiras. A música é um GRANDE laço entre nós.

Ira! é uma dessas bandas, mas era uma banda que, particularmente, não me trazia boas memórias, apesar de ter um estilo musical que eu gosto muito.

Na semana passada ouvi essa música com um grande amigo, e ele me contou sobre como a banda era um laço entre ele e a mãe dele. Foi uma noite especial.

Desde aquele dia, a música ganhou um significado totalmente diferente pra mim. Sei que Flerte Fatal fala sobre o vício em cocaína, mas, pra mim, ela se tornou uma música que remete à duas pessoas muito importantes pra mim. Uma música que fortalece relacionamentos.

A música é uma arte abstrata que existe de uma maneira particular em cada um de nós. Ela depende da nossa interpretação para existir.

Memórias

Desde os meus 13 anos de idade eu sou uma grande fã de Jonas Brothers.

Sim. Antes de julgar lembre que apreciadores de música apreciam música, NO GERAL, então sem elitismo musical, por favor.

Recentemente, descobri que algumas músicas desse álbum, It’s About Time, estão disponíveis no Spotify. Foi o ápice da minha semana!

Só foram lançadas 60 mil cópias desse disco, pois foi o primeiro da banda, e hoje ele é considerado uma peça rara, a qual eu sonho desde a adolescência.

Devo dizer que estou viciada.

As composições são bem simples, afinal eram adolescentes escrevendo para adolescentes, mas é incrível pensar como essas músicas diziam TUDO que meu coração juvenil pensava.

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